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Varejo por opção

São poucos os setores que atraem um exército de profissionais com perfis tão diversificados como o varejo. E os motivos para tanta diversidade envolvem fatores econômicos e sociais que valem páginas e páginas de explicações, que incluem as movimentações do mercado de trabalho, a baixa taxa de desemprego, o aumento do consumo e mudanças do perfil do consumidor que “forçaram” o varejo a se profissionalizar, assim como a competitividade cada vez mais acirrada do setor. Contudo, por trás de todas essas análises, existem histórias de pessoas que não foram atraídas apenas por números conjunturais. Histórias de gente que passou a vida toda no varejo, como a de Flávio Belinni, da Dpaschoal; de gente que vê no setor uma grande oportunidade de construir  algo além de uma carreira, como a de Thiago Umann, da Renner; histórias de quem foi conquistado pelos valores das marcas, como Nicolau Camargo, da Magazine Luiza. Em comum, essas histórias têm a paixão pelo varejo.

E para começar a contá-las, é preciso entender o que mudou. Não faz muito tempo que o setor era conhecido apenas como uma porta de acesso ao mercado de trabalho. Quem não sabia o que fazer da vida ou estava desempregado buscava na loja uma opção – temporária, claro.

Mas com o tempo, notou-se uma mudança significativa neste cenário. Houve uma preocupação maior em não só oferecer experiência profissional, mas também experiência de liderança. A Renner foi uma das primeiras do setor a implantar um programa de trainee, hoje tradicional meio de formar líderes. Desde 1992, universitários se inscrevem com o objetivo de tocarem uma área da empresa. As turmas dos últimos quatro anos formaram 289 gerentes e, hoje, 74% das posições gerenciais da companhia são ocupadas por ex-trainees, como Lúcia Felix, gerente-sênior de desenvolvimento de recursos humanos da varejista.

Quando entram no programa, os trainees escolhem em qual área querem ficar ao fim do treinamento: em compras, no back office, ou em loja, como gerentes. Da turma de 2013, quase 85% escolheram o ponto de venda. Neste ano, esse porcentual é de 75%. Essa atração pela loja tem relação com o perfil dos profissionais que estão agora nas universidades. “Esse jovem é um miniempreendedor”, avalia Viviane Ovanessian, gerente da Cia de Talentos, empresa que intermedeia processos de seleção de trainee de grandes empresas, entre elas, varejistas. Segundo ela, já existe um entendimento de que varejo não requer apenas habilidades de relacionamento com pessoas, mas também de planejamento e gestão – e é isso que profissionais têm buscado quando vão para o ponto de venda.

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Fonte: Revista Varejo

Data: 01/05/14