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Google supera Petrobras como emprego dos sonhos

Com escritórios descontraídos e a promessa de unir trabalho e diversão, a Google é a empresa mais desejada por jovens brasileiros. A companhia ficou em primeiro no ranking da 13ª edição da pesquisa Empresa dos Sonhos, da consultoria Cia de Talentos, que entrevistou 52 mil jovens entre 17 e 26 anos. Em segundo lugar, ficou a estatal Petrobras, primeira nos dois anos anteriores. As duas empresas disputam a liderança desde 2008.

Dos jovens que sonham em trabalhar na Google, 29% justificaram sua escolha em função das possibilidades internacionais que a companhia oferece. Já entre 40% dos que desejam entrar na Petrobras, a estabilidade é o maior atrativo.

Para Janaina Ferreira, especialista em Gestão de Pessoas do Ibmec/RJ, essas companhias representam dois perfis diferentes no mercado. “A Google oferece ambientes criativos, autonomia e boa liderança, enquanto a Petrobras é mais conservadora, apresenta estabilidade, horário razoavelmente fixo e metas menos desafiadoras. Há jovens com perfis que se encaixam melhor em uma ou em outra”, avalia.

Mas, apesar do clima descontraído de empresas na área de tecnologia como a Google, o jovem deve ter em mente que, muitas vezes, as exigências são maiores. “Essas empresas criam boas condições para que os funcionários se divirtam, têm bons salários e diversos atrativos, mas é preciso ter adrenalina. Há muita ralação nesses lugares. O horário de trabalho é flexível, mas as pessoas chegam a trabalhar 14 horas por dia e às vezes não têm fim de semana”, alerta a especialista.

Em terceiro lugar na pesquisa está a Odebretch, seguida pelo Banco Itaú, Vale, PwC, Nestlé, Apple, P&G e Ambev. É a primeira vez que Apple e P&G aparecem no ranking. “A Ambev é uma das queridinhas dos jovens atualmente e, com a Apple, é a cara da geração Y, por oferecer autonomia”, diz Janaina Ferreira.

O estudo da Cia de Talentos mostra ainda que a quantidade de jovens que sonham trabalhar em uma companhia específica vem diminuindo. Era de 77% em 2012, passou para 60% em 2013 e agora está em 58%.

Fonte: O Dia (RJ)

Data:29/7