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7 insights sobre a geração Z

Há muita coisa que nós ainda não sabemos sobre a geração que está começando a entrar no mercado de trabalho e deve suceder a tão falada, comentada e comemorada geração Y. A geração Z, como é definida, é formada por garotos e garotas que têm, hoje, de 12 a 19 anos – em média. Embora existam poucos dados concretos sobre ela, especialmente no Brasil, alguns insights já chamam a atenção dos especialistas e merecem ser compartilhados. Quem levanta essas características iniciais é Halina Matos, gerente de inovação da DMRH, que já começou a trabalhar numa grande pesquisa sobre nossos futuros colegas! Veja o que ela diz até agora:

1 – Os Zs, diferentemente dos Ys, já nasceram totalmente inseridos na cultura online. “Quando eles foram para a escola, a tecnologia já estava dentro da sala de aula”, diz Halina. “Eles nunca precisaram fazer uma busca em uma enciclopédia.”

2 – A nova geração tem alguns pontos mais intensificados do que tinha a antecessora Y. “Eles são ainda mais velozes e dinâmicos, especialmente em redes sociais e aplicativos”, diz ela.

3 – O Zs têm muito mais consciência da sua rede de contatos e do poder que ela traz. Sim, é isso mesmo. Enquanto os Y passaram uma parte da adolescência ainda longe do Facebook, por exemplo, os Zs já viveram tudo isso intensamente, desde muito cedo. “Para esses jovens, participar de uma comunidade – virtual ou não – é muito natural e eles sabem o quanto podem usá-la a favor ou contra uma marca ou uma causa, por exemplo”, diz Halina. “Eles desenvolveram essa consciência mais rápida e fortemente do que a geração Y.”

4 – Em relação ao mercado de trabalho, embora ainda haja pouquíssimo dado concreto, Halina arrisca dizer que os mais jovens devem chegar buscando a própria identidade na empresa e, claro, querendo velocidade nas tomadas de decisão e praticamente desconhecendo as relações hierárquicas.

5 – O Zs terão ainda mais dúvidas que os Ys em relação a criar vínculos com uma empresa. “Eles tendem a querer abrir o próprio negócio ou trabalhar em grupos que vão se conectando por projetos”, explica a gerente de inovação. Os coletivos, por exemplo, que são grupos de pessoas que se reúnem por objetivo, projeto e expertise e vão se montando e desmontando a cada demanda, devem ser uma tendência.

6 – Outro ponto interessante é a relação deles com a diversidade. Diversidade?! Sim, pois é. Segundo Halina, para eles, ela já está tão no DNA que é até estranho falar sobre ela. “O estranho, para eles, é não ser diverso.”

7 – Por fim, outra expectativa é que a geração Z tenha aprendido muito com os erros da geração Y – que, não por acaso, acabou sendo rotulada de “arrogante”. “Possivelmente eles não cometam as mesmas gafes no mercado de trabalho, principalmente em relação à falta de respeito com as gerações anteriores e à falta de cuidado ao fazer determinados questionamentos”, acredita Halina.

Fonte: Portal Vagas Profissões

Data: 06/08/14